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Dividendos Acima da Selic|Fiagro Ultrapassa 120 Mil Investidores

O mercado financeiro brasileiro está testemunhando uma ascensão meteórica de uma classe de ativos que une o motor econômico do país no bolso do investidor pessoa física, que invente no: Fiagro (Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais). Recentemente, um marco significativo foi atingido pelo Suno Fiagro (SNAG11), ultrapassando a marca histórica de 120 mil investidores, e está se consolidando como um dos favoritos de quem busca renda passiva recorrente, com dividendos acima da Selic.

Dividendos Acima da Selic

Mas o que está por trás desse crescimento explosivo? A resposta é: dividendos acima da Selic. Em um cenário de juros ainda elevados, encontrar ativos que entreguem um retorno real superior à taxa básica de juros, com a isenção de imposto de renda para pessoas físicas. Neste artigo, vamos entender os detalhes do desempenho do fiagro SNAG11, e como os Fiagros funcionam e analisar por que o agronegócio é a nova fronteira dos dividendos acima da selic.

A Ascensão do SNAG11 e o Sucesso do Fiagro Dividendos Acima da Selic

O Suno Fiagro (SNAG11) não alcançou 120 mil cotistas por acaso. Os dados divulgados pela gestora mostram um desempenho consistente. No intervalo dos últimos 12 meses, o repasse de proventos do fundo superou a Selic em 2,4%.

Como o Fundo Mantém o Fiagro Dividendos Acima da Selic com Yield de 1,15%?

Com um repasse mensal médio de R$ 0,13 por cota, o SNAG11 com um dividendo yield médio de 1,15% ao mês. Para se ter uma ideia da magnitude desse número, quando anualizado, ele oferece uma rentabilidade acima da selic, que deixa muitos investimentos de renda fixa tradicional para trás, especialmente quando consideramos a isenção fiscal.

Como o Fiagro Consegue Pagar Dividendos Acima da Selic?

Muitos investidores iniciantes podem se perguntar: como é possível um fundo pagar consistentemente acima da taxa Selic? A explicação está na estrutura do agronegócio e nos títulos que compõem a carteira deste fundo.

Portfólio Híbrido e Resiliente

O SNAG11, por exemplo, é um fundo híbrido. Isso significa que ele investe tanto em imóveis rurais quanto em títulos de dívida do agronegócio (como CRAs – Certificados de Recebíveis do Agronegócio). Esses títulos de dívida costumam ser atrelados ao CDI ou ao IPCA, acrescidos de uma taxa de juros (o famoso “spread”).

Veja também : BTLG11 e HGLG11 e a Disputa pelo Trono dos Dividendos Logísticos

Como o agro é um setor extremamente resiliente e dolarizado, o risco de crédito é mitigado pela robustez das garantias e pela essencialidade da produção. Segundo dados do IBGE, o agronegócio é responsável por cerca de 25% do PIB brasileiro, o que confere uma base sólida para esses investimentos.

A Importância da Gestão e do Patrimônio Líquido

Outro fator que gera confiança no investidor é a transparência e a solidez patrimonial. O SNAG11 reportou recentemente um lucro de R$ 18,1 milhões. Com um patrimônio líquido na casa dos R$ 500 milhões e um valor de mercado (valuation) já superando os R$ 617 milhões, o fundo demonstra uma demanda reprimida que sugere novas emissões de cotas no futuro próximo.

A Estratégia de “IPCA + 7%”

A Suno Asset, gestora do fundo, desenhou o produto para ter uma performance histórica acima de seu principal benchmark: IPCA + 7%. Essa meta é ambiciosa e serve como uma proteção real contra a inflação, garantindo que o poder de compra do investidor não apenas seja preservado, mas aumentado ao longo do tempo.

Para investidores que buscam entender o funcionamento técnico das normas que regem esses fundos, o site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) é a fonte oficial para consulta de regulamentos e fatos relevantes.

Fiagro vs. FIIs: Qual a Diferença?

Embora operem de forma muito parecida na bolsa de valores, os Fiagros e os Fundos Imobiliários (FIIs) possuem focos distintos. Enquanto o FII investe em tijolos urbanos (shoppings, lajes corporativas, galpões), o Fiagro investe na terra e na produção.

  1. Exposição Setorial: O Fiagro permite que você invista na fazenda sem precisar comprar uma.
  2. Ciclo Econômico: O agro muitas vezes anda no contra-fluxo da economia urbana. Quando a cidade sofre, o campo pode estar batendo recordes de exportação devido ao dólar alto.
  3. Liquidez: Com ativos negociados a cerca de R$ 11,00, a acessibilidade é enorme, permitindo que qualquer pessoa comece a investir com pouco capital.

Riscos do Investimento em Fiagro

Nenhum investimento é isento de riscos. No caso do agronegócio, os principais pontos de atenção são:

  • Risco Climático: Secas prolongadas ou excesso de chuvas podem afetar a capacidade de pagamento dos produtores.
  • Variação de Commodities: A queda no preço da soja ou do milho pode impactar a rentabilidade das fazendas.
  • Risco de Crédito: O não pagamento (default) dos títulos de dívida (CRAs) por parte das empresas financiadas.

Entretanto, fundos como o SNAG11 buscam diversificar seus devedores e escolher garantias reais (terras) para minimizar esses impactos.

O Agro é o Futuro da Renda Passiva?

O marco de 120 mil investidores no SNAG11 é apenas a ponta do iceberg. Com dividendos acima da Selic e a inflação, os Fiagros deixaram de ser um “nicho” para se tornarem protagonistas nas carteiras de previdência.

Lembre-se, não é só investir no fiagro. Você também tem que acompanhar os relatórios, para ficar por dentro da saúde financeira, no seu investimento.

Se você busca diversificação, proteção contra a inflação e renda mensal isenta, o setor agroindustrial via fundos listados na B3 é uma das opções mais resilientes da atualidade. O sucesso do SNAG11 mostra que o investidor brasileiro finalmente descobriu que a riqueza do país nasce no campo e pode florescer na sua conta bancária.

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